Lembro de ter começado a desenhar muito cedo, por volta dos cinco ou seis anos de idade mais ou menos. Enchia as paredes de casa com desenhos tentando representar o universo da minha infância passada na roça entre tatus, jacarés, capivaras, cotias, folhas de bananeira, pés de araçás, plantações de milho, de feijão, de batatas-doces, varas de bambu, casas de barro cobertas de sapê, caldo de cana com beijú ao amanhecer, o cheiro do café torrado e moído [read more...]